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domingo, 6 de abril de 2014

As 10 Regras do (bom) uso do telemóvel



Cada vez mais vejo que as pessoas  - quando se trata de telemóveis  e outros “gadgets”  - esquecem-se de normas simples de boa convivência. Por isso, o post de hoje, com 10 simples regras a seguir :



A Primeira Regra e a mais elementar: Não é da responsabilidade de terceiros cooperar com o uso que você dá ao seu telemóvel; é da sua responsabilidade usar o seu telemóvel de forma inofensiva.   “Inofensiva”, neste caso, não se define pela maneira que você espera que os outros tolerem, mas sim, o que os outros efectivamente consideram ofensivo. Ignore este principio e seguramente será considerado mal educado.
A Segunda Regra: Afaste-se um pouco de outras pessoas com quem esteja, quando fala ao telefone; a maioria das pessoas não estão interessadas em ouvir a sua conversa ao telemóvel
A Terceira Regra: Tente não falar ao telemóvel em espaços fechados e/ ou relativamente pequenos, mesmo que esteja um pouco afastado das outras pessoas, afinal ainda o conseguem ouvir e normalmente têm que permanecer onde estão e consequentemente serem obrigadas a ouvir a sua conversa ( e de alguma forma ficarem aborrecidas).
A Quarta Regra:  Não fale alto; Normalmente não tem de falar alto no microfone do telemóvel para ser ouvido pelo seu interlocutor. Na realidade, ao fazer isso torna mais difícil ser ouvido. Além do mais, ao falar alto ao telemóvel, irá aborrecer as pessoas à sua volta.
A Quinta Regra: Atenção a quando coloca o telefone em alta voz. Deve antes de o fazer, avisar a pessoa com quem está a falar que o irá fazer, ou, se quando atender – no carro – por exemplo – e for acompanhado, deverá avisar a pessoa que lhe ligou, que está no carro, acompanhado e que a chamada está em alta voz.
A Sexta Regra: Não fale de assuntos privados em público. Assuntos privados, são isso mesmo: Privados! Se quem lhe ligou for abordar assuntos privados, diga que ligará mais tarde, ou, se for muito urgente, tente ir para um local mais onde possa ter alguma privacidade, ou  - se tal não for possível – tente conversar através de SMS.
A Sétima Regra: Tente não efectuar outras tarefas enquanto fala ao telemóvel; evite falar ao telemóvel quando conduz, quando está às compras, no banco ou qualquer outra actividade que envolva interagir com outras pessoas. Em algumas situações coloca a sua vida e a de outros em risco e em outras situações pode aborrecer as pessoas com quem está no momento da chamada.
A Oitava Regra: Saiba onde NÃO usar o telemóvel. Alguns locais são inapropriados para usar o telemóvel, portanto evite falar ao telemóvel, ou até que ele toque, enquanto estiver nos seguintes lugares:
 - Casas de banho
 - Elevadores
 - Hospitais
 - Salas de espera
 - Auditórios
 - táxis e transportes públicos no geral
 - reuniões
 -  Bibliotecas
 - museus
 - lugares de culto (Igrejas)
 - Escola (Sala de aula)
 - Funerais
 - Casamentos
 - cinema, teatros
 - Desligue o seu telemóvel, sempre que for solicitado, como por exemplo no avião.
 - ou, na realidade, desligue o seu telemóvel em lugares onde as pessoas possam ser perturbadas pelo facto de o telemóvel estar ligado, a não ser que seja de vital importância e não possa ir para outro lado para atender.
A Nona Regra: Não use o telemóvel quando estiver a fazer uma refeição acompanhado. O ideal será desligar o telemóvel. Se porventura está à espera de uma chamada importante, diga isso mesmo à(s) pessoa(s) com quem está e que é uma chamada que precisa mesmo atender. Apesar disso, não atenda o telemóvel à mesa.  Levante-se a vá atender a chamada num lugar onde não incomode ninguém; demore o tempo equivalente que demoraria se tivesse que ir à casa de banho.  NUNCA escreva SMS quando está à mesa mesmo que a conversa com o seu(s) interlocutor(es) esmoreça; tal gesto, é tido como desrespeitador.

A Décima Regra:  lembre-se que entre uma chamada telefónica e a(s) pessoa(s) que está consigo, a chamada telefónica é o menos importante!


domingo, 2 de março de 2014

Vamos Organizar um Brunch?


O termo brunch é o resultado da junção de duas palavras inglesas: breakfast (pequeno-almoço / café da manhã) + Lunch (almoço); é uma refeição informal, ideal para fim-de-semana, ou dias de lazer, quando acordamos mais tarde.
Regra geral, o Brunch é servido na forma de Buffet, onde deverá haver diversas opções de comida doce e salgada. Nestas opções deve constar pratos quentes e frios , numa diversidade capaz de agradar a todos os convivas.

Comida a servir num Brunch:
Pelo facto de o brunch ser uma união entre pequeno-almoço/café da manhã  + almoço, deverá conter elementos dessas 2 refeições. Carnes e massas caem bem, assim como alimentos mais típicos da manhã, como pão de diversos tipos, queijos e compotas, por exemplo.
Apesar de o brunch ser predominantemente salgado, as sobremesas não poderão ser esquecidas. Frutas e doces variados deverão constar num brunch.
Para beber, pode-se servir infusões, chás, achocolatados, café,sumos naturais, cerveja, vinho, água, leite.


Decoração:
Os detalhes da decoração, fazem toda a diferença. Pode, por exemplo, colocar uma toalha branca na mesa do buffett , deixando a cor para as flores, comida e louça. Escolha louça de tons suaves e variados, como o amarelo, rosa, azul e verde. Se por uma acaso não tiver um jogo de louça em número suficiente, vale misturar serviços, desde que as cores combinem. Louças floridas e delicadas, por exemplo, criam harmonia com tons suaves e pastéis. Ouse também nos guardanapos.

Para completar o clima de festa, enfeite a mesa com flores naturais. Cuidado na escolha das flores, que devem recair naquelas que não exalem perfume muito forte. Exemplo: orquídeas ou Hortênsia.

Fonte: Charme azul



domingo, 26 de maio de 2013

Convites e Envelopes: Nada mais Fácil!

Para os que recebem convites para eventos onde constam siglas que mais lhes parece código entre detectives, aqui fica a "descodificação" dos mesmos. Nada mais fácil. Ora vejam:

1 - Convites com a sigla R.S.F.F. (Responder Se Faz Favor): Devem ser respondidos no espaço de 48 horas; mas para tudo existe uma excepção... se é uma pessoa que recebe muitos convites, não tem de responder no espaço de 48 horas; tem de ter em atenção o espaço que vai desde que recebe o convite até À data do evento para o qual é convidado. Agora, deve-se responder a todos os convites que se recebe e tão breve quanto possível. Claro que nesta questão, como em todas as outras relacionadas com etiqueta, o bom-senso deve imperar. Assim, ninguém lhe levará a mal se não responder se for o caso do lançamento de um livro ou a ante-estreia de um filme (não estranhe, no entanto, se a entidade promotora do evento não o voltar a convidar se não responder...), mas não responder ao convite de um jantar é impensável.

Nota: a sigla R.S.V.P. (Respondez S'il Vous Plait) é o equivalente à sigla R.S.F.F.; A língua francesa foi durante muito tempo  - e não há assim tanto tempo - a língua diplomata e "chique", daí ainda se utilizar a sigla francesa no lugar da sigla portuguesa.

2 - Convites com a sigla P.M. (Pro Memoria): Expressão latina que significa "para lembrar". Nos dias de hoje muitas pessoas não respondem aos convites, por isso há quem telefone a convidar e só depois de a pessoa aceitar o convite é que se envia um convite escrito, onde risca-se a sigla "R.S.F.F." (ou a sua equivalente em francês) e escreva-se por cima, à mão, a sigla P.M., que é para não esquecer de aparecer no evento.

3 - Envelope com a sigla "P.M.P." (Por Mão Própria): Significa que quem escreveu a missiva / convite, entregou a mesma.

4 - Envelope com a sigla "P.E.F." (Por Especial Favor): Significa que quem escreveu a missiva, pediu a uma terceira pessoa, por exemplo um colega seu,  lhe entregasse a mesma.

5. Envelope com a expressão "em mão": significa que não é a própria pessoa a levar o envelope; poderá ser uma empresa de estafetas, o motorista da empresa, por exemplo, a entregar o envelope.

Nota: O envelope deverá chegar ao seu destinatário sempre fechado. mas atenção a esta regra. Se alguém, seu chefe, por exemplo, lhe entrega um envelope aberto para ser entregue a alguém, significa que ele confia em si; deve retribuir esse acto de confiança e boa fé, fechando o envelope, de preferência na presença do seu chefe.

Fonte: www.docstoc.com

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Bandeiras: Parte I


De repente lembrei-me daquele episódio da Bandeira Nacional (Portugal) hasteada ao contrário (que também tem um significado, já lá vamos) e lembrei de publicar o texto que se segue sobre como colocar / hastear bandeiras.

Vamos, então, explicar qual o significado de uma bandeira hasteada ao contrário: significa que o lugar que essa bandeira representa está sendo invadido pelo inimigo e é um pedido de socorro aos seus aliados!

A bandeira é o símbolo representativo de um Estado soberano, ou país; de um município, de uma sociedade, de um clã, de um reino, de uma coroa; existem normas para hastear as bandeiras e há toda uma simbologia inerente às mesmas. Sem grandes delongas, irei tentar dar umas "dicas" práticas sobre como hastear as bandeiras.

No caso de Portugal, a lei que rege essas regras do desfraldar da bandeira é o Decreto-lei n.º 150/87 de 30 /3/1987.

Em Portugal e em território português essa lei estipula que a bandeira portuguesa "quando desfraldada com outras bandeiras portuguesas ou estrangeiras, ocupará sempre o lugar de honra, de acordo com s normas protocolares em vigor". Diz ainda que:

 - Havendo 2 mastros, o do lado direito, de quem está voltado para o exterior, será reservado à Bandeira Nacional;
 - Havendo 3 mastros, a Bandeira Nacional, ocupará o do centro;


 - Havendo mais de 3 mastros:
      - se colocado em edifícios, a Bandeira Nacional ocupará o do centro, se forem em número ímpar, ou o primeiro à direita do ponto central se forem em número par.

       - Em todos os outros casos, e segundo a lei supra -mencionada, a Bandeira Nacional ocupará o primeiro da direita, ficando todas as outras restantes à sua esquerda.

Parece fácil, mas há que ter em atenção os seguintes detalhes:

1. Como colocar a 2ª bandeira, no caso de serem em número par e haver mais de 3 mastros: simples: basta seguir uma lógica matemática, ie, passamos do 1 para o 3 de do 3 para o 5, no caso de números ímpares e  do 2 para o 4  e do 4 para o 6, no caso dos números pares.

2. A direita do ponto central, fica à esquerda de quem está de frente para elas, ie, à esquerda do observador.

3. num número par de bandeiras, a regra das precedências é centro ( e o centro pode ser uma linha imaginária!) , direita, esquerda, outra vez, direita, esquerda.

ERROS COMUNS NO USO DA BANDEIRA NACIONAL:
Os erros mais comuns, são:
a) Bandeira Nacional de dimensões inferiores às das outras bandeiras hasteadas em conjunto;
b) outra bandeira, por norma a da União Europeia, ocupando uma posição de maior procedência em relação à Bandeira Nacional;
c) Bandeiras Nacionais hasteadas em mau estado de conservação;
d) Bandeira Nacional não respeitando o padrão oficial das cores, desenho ou proporções;
e) Bandeira Nacional demasiado pequena para o mastro ou local onde está hasteada.


No próximo blog, irei falar sobre a questão da colocação das bandeiras no espaço europeu (União Europeia).

terça-feira, 26 de março de 2013

Etiqueta Social: Algumas regras básicas

Denis Thacher, cumprimenta a Primeira Dama Nancy Reagan,  1988


A minha avó materna diz, do alto dos seus 94 anos, “ a educação nunca passa de moda”, e é  - numa singela homenagem a ela – que apresento algumas regras básicas de etiqueta social.

1-      Apresentações:
Sempre o menos importante se apresenta ou é apresentado para o mais importante, ie, o senhor para a senhora, o mais novo ao mais velho.

Como se determina a importância?
Para determinar a importância, deve-se ter em consideração os seguintes factores:
a)      Idade
b)      Sexo
c)       Posição social
d)      Posição política
e)      Hierarquia
As mulheres não se levantam. São cumprimentadas sentadas. No entanto, é gentil levantar-se para alguém mais velho ou para uma grávida, por isso, se for mulher, é simpático levantar-se para cumprimentar ou uma grávida ou uma senhora mais velha.
Os homens levantam-se sempre, mesmo para cumprimentar outro homem.
As apresentações devem ser sempre efectuadas com o nome e o sobrenome; não entenda isto como snobismo, mas sim como um ponto de referência importante. Claro que se for uma pessoa conhecida, famosa ou homenageada, dispensa-se a apresentação com o nome e sobrenome da mesma.
Não se cumprimenta com contacto físico (beijos, abraços ou apertos de mão) à mesa. Acena-se com a cabeça , e a saudação é geral.
Quando for apresentado (a), jamais diga “muito prazer”; diga, antes, “como vai”, “muito gosto”, “ bom-dia/ boa-tarde, boa-noite”; são expressões mais elegantes.
Saudar com um sorriso SEMPRE! A primeira impressão é a que fica!
Se tiver de óculos escuros quando for falar com alguém, tire-os; mantenha olhos nos olhos enquanto falam.

2 – Cumprimentos:
O antigo costume de beijar a mão de uma senhora, apesar de pouco usado, ainda é válido. O beijo na mão é uma forma de mostrar respeito e admiração, porém, com o distanciamento que esse mesmo respeito requer. É um gesto rápido, iniciado pela senhora que estende a mão ao homem, pois a ela cabe a iniciativa do cumprimento.
Evita-se o toque dos lábios no beijar, porém, sem afastá-los mais que alguns milímetros: imita-se um beijo à altura da articulação dos dedos com o dorso da mão, não à do punho flexionado. Se a mulher se acha em uma recepção formal e usa luvas, ela as retira (pelo menos a da mão direita) para a eventualidade de ser apresentada a um homem, pois este não deve beijar uma mão enluvada. 
Ao cumprimentar ou reunir-se a um grupo onde apenas uma ou duas pessoas são conhecidas suas, lembre-se de saudar a todas as demais.
O ideal é cumprimentar todas.

Homens x Mulheres
Caso uma senhora à mesa se levante ou venha a se sentar, os homens mais próximos devem levantar-se.

O homem deve carregar sacos, abrir portas e esperar as mulheres entrarem em suas casas, carros etc.
O cavalheirismo é um sucesso. Acreditem!
Era costume deixar a mulher sentar-se sempre de costas para a entrada, mas hoje isso não é mais uma regra obrigatória.
É muito mais simpático deixá-la com a melhor visão geral, ou seja, "com vista para o mar".
Ao entrar num restaurante, o homem precede a mulher até o maître, que, após definir a mesa, deve ser seguido pela mulher à frente do homem. Na saída, a mulher precede o homem.

A mulher diz ao homem o que escolheu, e ele faz o pedido ao maître.

O homem entra antes no banco de trás do carro, pois isso evita que a mulher tenha de escorregar ou deslizar pelo banco.

O homem sempre ajuda a mulher a vestir ou tirar o casaco.

O homem sempre anda na rua do lado externo do passeio, e a mulher fica do lado interno do passeio. É um sinal de protecção.
Curiosidade: Os homens desenvolveram esse hábito para evitar que, ao acompanhar as mulheres, cavalos e carruagens, que circulavam naquelas vias sem qualquer infra-estrutura consequentemente no meio da lama e poças d'água, estas respingassem nos seus vestidos. Ao colocar o casaco no chão em dia de chuva para que a mulher atravessasse sobre ele, o homem demonstrava o auge da gentileza. Os tempos mudaram bastante.
 Esse elegante gesto é totalmente dispensável, mas se ocorresse seria inesquecível... e muito!





O homem jamais carrega a mala de uma mulher.

O homem nunca cruza os talheres demonstrando ter terminado a refeição antes que a mulher o faça.
Procure seguir o ritmo da sua acompanhante.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Vinho: Onde Servir?


Na sequência dos artigos sobre vinhos, este aborda a questão de em que copo/taça/cálice servir determinado vinho.

Fonte: "Bragas Pelo Mundo"
Para começar, os copos deverão ser incolores e sem ornamentos para que possam deixar transparecer a cor e a pureza do vinho;
Devem ter um pé para que se possa segurar por aí e dessa forma, não aquecer o vinho.
Por norma, um vinho tinto é servido num cálice grande e aberto, por forma a permitir a libertação dos seus aromas; e o vinho branco num cálice pequeno e fechado, permitindo assim a concentração dos seus aromas.
balão (copo redondo, permite que o vinho “respire”, ideal para tintos nobres e envelhecidos); túlipa (parece um sino invertido, recomenda-se para servir vinhos brancos, rosés e tintos jovens); bordalês (copo elegante, perfeito para vinhos brancos, rosés e tintos jovens); taça (um copo largo e achatado, utilizado para o vinho tinto, mas também para servir espumante doce); flute (elegante e esguio, é o mais utilizado para servir champanhe).

Nada de “copo cheio” dita a etiqueta! A não ser que esteja a servir cerveja (a única bebida que permite encher o copo!), nenhum copo deve ser atestado de vinho – se for tinto, sirva até 2/3 do copo apenas, e se for branco, não ultrapasse metade do copo. A título de curiosidade, também a água e os refrigerantes devem preencher apenas 3/4 do copo.

Depois do café servem-se os digestivos e independentemente de serem vinho do Porto ou outro licor qualquer, podem ser servidos frescos ou acompanhados de uma pedra de gelo. Este é um hábito que foi adoptado há relativamente pouco tempo, até então as bebidas pós-jantar eram servidas à temperatura ambiente!


Fonte:  "Ilha das Compras"





terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Vinho: Como Servir?


Na sequência do meu post anterior sobre vinho, naturalmente surgiu na minha cabeça a idéia de escrever umas breves linhas de como servir um vinho. 
Servir um vinho é uma arte, que ajuda a melhor saboreá-lo. Assim, depois de escolhida a garrafa e tipo de vinho, e antes de servir, limpe a garrafa, com especial ênfase ao redor do gargalo com o intuito de retirar qualquer pó que possa existir.
 - Todas as garrafas devem ser abertas à mesa, na presença dos convivas, com exceção do vinho tinto, que deve ser aberto entre 30 minutos a 1 hora antes da refeição e vertido lentamente para um decantador . Esta operação permite que o vinho “respire” antes de ser servido e permite também filtrar eventuais resíduos ou impurezas.
 - Quem serve o vinho, deve ser o primeiro a provar o vinho, porque assim atesta a qualidade do mesmo, para além do que se houver resíduos da rolha, os mesmos ficarão no copo de quem provou primeiro.
 - Vinho branco durante a refeição deve ser colocado num frappé (balde com gelo), para manter a temperatura ideal a ser servido (ver post anterior).; já o vinho tinto não tem essa necessidade, visto ser melhor apreciado a temperatura ambiente (entre 14º a 18ºC, dependendo se é jovem ou encorpado).
 - A degustação de vinhos pode ser uma festa de sabores, desde que se observe as seguintes regrinhas:
            - primeiro o vinho seco, depois o doce
            - o Vinho novo deve preceder o vinho velho
            -  o Vinho branco, serve-se antes do vinho tinto
 - Escolha do copo, fica para outro post, sendo que friso aqui que a escolha do copo é tão importante como a escolha do vinho em si, na medida em que o vinho servido em copos distintos, terá um paladar e aroma completamente distintos.

Espero que estejam a gostar desta sequência de post sobre vinhos. Até ao próximo post!